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No Brasil, a incidência de doenças ocupacionais e o grande número de acidentes de trabalho, comprovam uma condição desagradável através de estatísticas que nos coloca, sistematicamente, entre os países que mais registram acidentes no ambiente de trabalho no mundo, posição que poderia ser ainda pior se todos os acidentes ocorridos fossem notificados e se o universo de trabalhadores abrangidos pelas estatísticas não estivesse aquém da força de trabalho realmente existente.

Diante dessa situação, torna-se imperioso priorizar ações e adotar políticas mais contundentes para a prevenção dos fatores de risco incidentes nos locais de trabalho.

Nessa lógica, assume relevada importância mencionar que, no presente mercado globalizado, as relações comerciais bilaterais estão, também, levando em consideração padrões de exigência quanto às condições do meio ambiente natural e do meio ambiente de trabalho onde se produziu o bem ou o serviço.

Nesse contexto, fica clara a necessidade de buscar meios de vencer a esse grande desafio no ambiente de trabalho, pois há dois aspectos relevantes nas questões da saúde e segurança do trabalhador: A conscientização dos trabalhadores sobre todos os aspectos da saúde e segurança, tendo em vista que os mesmos julgam-se, inclusive, serem imunes a acidentes, e a própria cultura empresarial de se colocar a prevenção como custo e não como investimento.
A implantação de cursos de formação profissional de Segurança no Trabalho em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Técnico, e a disseminação dos conceitos prevencionistas entre os trabalhadores, constituem-se elementos capazes de permitir a promoção do bem-estar físico e mental do homem, condição para o desenvolvimento socioeconômico do país.
Segundo lei específica da área de segurança (NR 4), empresas com 50 a 100 funcionários devem ter um Técnico em Segurança do Trabalho em seu quadro funcional. Assim, as empresas existentes em Pernambuco, e as projetadas, algumas em fase de construção e/ou instalação, garantem oferta real e potencial de trabalho aos profissionais desta área.

  • Formar profissionais técnicos em segurança do trabalho que promovam após análise, planejamento, controle e ações corretivas que visem à preservação da integridade física dos trabalhadores, a segurança nos processos, ambiente de trabalho e meio ambiente;
  • Formar um profissional integrador e motivador que promova a integração estratégica da segurança aos setores, processos e métodos de trabalho visando o desenvolvimento de uma cultura preventiva;
  • Formar profissional para estimular a promoção da qualidade de vida no trabalho, através da preservação da saúde dos trabalhadores e da segurança nos processos, ambientes de trabalho e meio ambiente, atendendo a demanda do mercado.
  • Promover o ensino integralizado, atendendo simultaneamente as obrigações legais e as necessidades de uma sociedade em processo de transformação. 
  • Promover a integração dos cursados com empresas e instituições visando o conhecimento do mercado e da realidade pós-escola.

A Matriz Curricular é estruturada em módulos, significando um conjunto didático pedagógico sistematicamente organizado, desenvolvendo competências e habilidades profissionais, dando maior flexibilidade que se reflete na construção dos currículos em consonância com a proposta pedagógica e com os itinerários do perfil de conclusão do profissional.

Aprovado pela SECRETARIA DE EDUCAÇÃO do Estado de Pernambuco e divulgado no DOE pela PORTARIA SEE N° 10177 DE 17 DE NOVEMBRO DE 2017 o Curso Técnico em Segurança do Trabalho será desenvolvido em três módulos com terminalidade, e com a carga horária de 1200 horas, acrescida do estágio supervisionado com a carga horária 180 horas perfazendo o total de 1380 horas, estruturados e elaborados com as competências, habilidades e bases tecnológicas por módulo.

Por ser apresentado na forma concomitante ou subsequente, o mesmo só poderá aceitar estudantes que estejam em andamento ativo ou que já tenham comprovadamente concluído o ensino médio.

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